


A PSICANÁLISE
Foi pensando nas fronteiras entre corpo e alma que Sigmund Freud, com o surgimento da psicanálise, começou a apontar para a origem de determinados sintomas no campo psíquico, chegando ao que hoje reconhecemos como uma clínica da palavra. Levando em consideração um sujeito constituído através da linguagem e a fala como propulsora da cura, o psicanalista tem como função acolher o sujeito e seu sofrimento, oriundo de sua constituição e daquilo que é formado e construído em sua relação com o mundo.
A psicanálise pode ser entendida como uma maneira de olhar para aquilo que há de mais singular: a falta e o excesso de cada um. Entretanto, sabemos que não é possível pensar no sujeito deslocado de seu contexto social e, assim, ao mesmo tempo em que trabalhamos com o singular, levamos em consideração aquilo que partilhamos como sujeitos inseridos em um campo social. Dessa forma, a clínica psicanalítica, na perspectiva em que trabalho, busca oferecer condições para que o sujeito consiga, dentro da normatividade que lhe acomete, lidar com os conflitos que lhe são impostos, buscando não apenas a diminuição de seu sofrimento individual, mas também transformar e criar possibilidades para experiencias subjetivas nos planos individuais e coletivos.
Assim, a direção de um tratamento analítico busca compreender e localizar o sujeito em seu laço social, de modo que a partir da palavra, possa buscar novas formas para enfrentar o mal-estar e sofrimento que lhe atravessam. Falamos de um método de trabalho que parte da premissa de que, trabalhar com as faltas e limitações existentes em cada um, é o que permite viver de acordo com o que somos e aquilo que podemos ser, em relação aos outros e nosso meio e compreendendo nossas diferenças de forma que, através delas, possamos estar uns com os outros. É assumindo nossa não totalidade, que o tratamento psicanalítico caminha em busca de formas do sujeito dialogar com o mundo, sustentando limites e excessos e (re)inventando novas saídas frente ao sofrimento e conflitos que nos são impostos.
SOBRE MIM
QUEM EU SOU
Me chamo Gabriela Rodrigues, sou psicóloga (CRP O6/148310) e psicanalista, mestra em Psicologia Social Pela Universidade de São Paulo (USP), graduada em Psicologia e Especialista em Teoria Psicanalítica pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Durante o mestrado, pesquisei sobre relações e violências de gênero em intersecção com a clínica psicanalítica, tema pelo qual continuo dedicando parte dos meus estudos e horizontes investigativos. Além da clínica, também trabalho como professora universitária em um curso de graduação em Psicologia, no qual leciono disciplinas sobre a teoria e a prática psicanalítica e supervisiono estágios institucionais e clínicos.
MEU TRABALHO
Em meu trabalho clínico, no qual me dedico há sete anos, realizo atendimento psicanalítico com adolescentes, adultos e idosos, buscando compreender e acolher o sujeito e seu sofrimento através da expressão e fortalecimento da inventividade de cada um de sustentação do mal-estar que nos acomete. Além dos atendimentos, pratico formação contínua em psicanálise, participando de cursos, supervisão e grupos de estudos clínicos e teóricos.
Realizo atendimentos online - habilitada pelo Conselho Regional de Psicologia para atendimentos online (e-Psi) e presencial em São Paulo - SP (Sumaré).
FORMAÇÃO
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Mestre em Psicologia Social - Universidade de São Paulo (USP). (2025).
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Curso de extensão: "Jacques Lacan: Clínica, teoria e política" - Instituto Gerar. (2023).
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Especialização em Teoria Psicanalítica - Universidade Presbiteriana Mackenzie (2021).
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Graduação em Psicologia- Universidade Presbiteriana Mackenzie (2018).
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Membra de grupos de estudos sobre a clínica e teoria psicanalítica a partir de Freud e Lacan.
ESPECIALIDADES E ESPECIFICIDADES DOS ATENDIMENTOS
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Adultos
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Adolescentes
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Idosos
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Atendimento para brasileiros residentes no Brasil e no exterior
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Uso de plataformas e espaço (físico e digital) que garantem o sigilo dos atendimentos